Canção do Exílio
(paródia, Katrin Kirsten - 2º Ano E.M.)
No meu bairro não há palmeiras,
Nem se escuta o sabiá,
As aves nem passam por lá...
Onde tudo foi parar?
Nossas estrelas já não brilham,
As flores, já morreram,
Em suas ruas têm crianças,
Em sua vidas mais desejos.
Em pensar nelas, à noite,
Que prazer isso me dá,
Encontrar minhas crianças,
Lá, onde não se escuta o sabiá.
Minhas crianças têm valores,
Quais não encontro em outro lugar,
Em pensar nelas, à noite,
Que prazer isso me dá,
Encontrar minhas crianças,
Lá, onde não se escuta o sabiá.
Deus, não permita que eu morra,
Nem saiba o que ocorrerá,
O que lá eu vou encontrar
Nem que de lá me esqueça,
Lá onde não se escuta o sabiá.
(paródia, Katrin Kirsten - 2º Ano E.M.)
No meu bairro não há palmeiras,
Nem se escuta o sabiá,
As aves nem passam por lá...
Onde tudo foi parar?
Nossas estrelas já não brilham,
As flores, já morreram,
Em suas ruas têm crianças,
Em sua vidas mais desejos.
Em pensar nelas, à noite,
Que prazer isso me dá,
Encontrar minhas crianças,
Lá, onde não se escuta o sabiá.
Minhas crianças têm valores,
Quais não encontro em outro lugar,
Em pensar nelas, à noite,
Que prazer isso me dá,
Encontrar minhas crianças,
Lá, onde não se escuta o sabiá.
Deus, não permita que eu morra,
Nem saiba o que ocorrerá,
O que lá eu vou encontrar
Nem que de lá me esqueça,
Lá onde não se escuta o sabiá.
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